Quarta-Feira, 19 de Setembro -

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    Piteri anuncia independência do pps no Governo e deseja boa sorte a Rogério Lins

    O ex-vereador Claudio Piteri (PPS) anunciou, durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, dia 14 de fevereiro, a independência do seu partido em relação ao governo Rogério Lins. “Semana passada tive conversa com o prefeito, que informou que a participação do PPS estava encerrada, mas que era por uma questão política”, disse.
    Claudio Piteri ressaltou o viés político do rompimento porque, segundo ele, administrativamente a Secretaria de Transporte realizou um excelente trabalho. “O Piti (seu primo Carlos Piteri) pegou a secretaria sem estrutura, e a deixou em condições necessárias. Agradecemos pelo tempo que pudemos oferecer a nossa participação e desejamos sorte ao prefeito Rogério Lins, pois a cidade precisa de uma boa gestão”, comentou.  Questionado pelos jornalistas sobre o novo posicionamento político do PPS em relação ao governo Rogério Lins, ele adiantou que seu partido continuará mantendo uma postura construtiva. “Sair da gestão e começar a atacar? As pessoas estão cansadas disso. Não é isso que esperam da gente. Querem alternativas para os problemas que estão postos”, ressaltou.  Terceiro colocado nas eleições de 2016, o PPS foi convidado a compor o governo Rogério Lins por tê-lo apoiado no segundo turno. “Só mais recentemente houve uma pressão para que apoiássemos determinadas candidaturas. Há um interesse da administração de eleger a deputada Renata Abreu. Eu a respeito, mas não podíamos abrir mão de nossa independência política”, afirmou.
    Piteri chegou a ter uma conversa com a presidente estadual do PTN/Podemos e avisou que tinha um compromisso com a deputada federal Bruna Furlan (PSDB). “Temos uma ligação de muitos anos com a família Furlan. Meu pai (Guaçu Piteri) e o prefeito Rubens Furlan são amigos de muitos anos”, disse.  “A nossa plataforma principal é que Osasco e região precisa de representantes, e minha pré-candidatura significa isso. Há recursos do governo do Estado para a Saúde, para a Educação e para a mobilidade urbana, e alguém precisa ir atrás desses recursos”, concluiu.