Sábado, 25 de Maio -

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    Barueri está entre os municípios que mais investem na saúde

    Barueri está entre as cidades brasileiras que mais investem em ações e serviços públicos de saúde per capita com recursos próprios. A média de investimento da cidade no setor é de R$ 2.355,77 por habitante. A informação está no levantamento do Conselho Federal de Medicina, publicado na segunda-feira (dia 21), que analisa dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).

    No ranking geral, o município aparece em 4º lugar, mas lidera na região oeste da Grande São Paulo e fica em 2º lugar no Estado de São Paulo entre as cidades com mais de 100 mil habitantes. A posição de destaque fica ainda mais evidente considerando-se que as cidades que estão à frente são bem menores em termos populacionais.

    Barueri tem uma população estimada de 270 mil habitantes. Em termos comparativos, a cidade de Borá (SP), que ocupa o primeiro lugar no ranking geral, possui apenas 836 habitantes; já a cidade mineira de Serra da Saudade – considerada a menor do país, com população estimada em 786 habitantes – ficou em segundo lugar; em terceiro vem Paulínia (SP), com cerca de 102.500 habitantes.

    O prefeito de Barueri Rubens Furlan tem priorizado a saúde da cidade e relembra a situação em que o setor estava há dois anos. “Saúde é todos os dias, eu cuido da saúde e por isso hoje ela está infinitamente melhor do que estava.” Furlan frisa que esse é um trabalho constante e cheio de desafios, portanto, as melhorias estão em curso, já que as metas são ambiciosas. “Eu quero que a pessoa que marca um exame ou uma consulta seja atendida em até 30 dias, não importa quanto seja a demanda, nós temos que ir avançando.”

    Mais do que a Lei determina

    Os investimentos de Barueri com a Saúde saltam ainda mais aos olhos quando comparados à média nacional, que foi de apenas R$ 403,37. E para 2019 Barueri continuará investindo pesado na Saúde. De acordo com o Orçamento aprovado na Câmara, a cidade vai investir mais de R$ 700 milhões, equivalentes a 22% da arrecadação, ou seja, mais do que o valor mínimo de 15% exigido pela legislação federal.